26 de mai de 2018

Canto Poético: Taiobeiras


A comunicação é sem dúvida uma necessidade humana. Em Taiobeiras um homem é um símbolo da arte de comunicar. Jornalista, radialista e poeta popular, Zazau é um comunicador nato. Em sua poesia Taiobeiras, deixa uma de suas marcas principais, a preservação da memória do povo Taiobeirense.


Isaías Costa, Zazau
Jornalista, radialista, poeta e escritor, Isaias Costa natural de Taiobeiras - MG, é um dos grandes nomes locais quando se fala de cultura e comunicação. Zazau, assim apelidado, foi fundador do primeiro jornal impresso no Alto Rio Pardo, e que até hoje está em atuação. O Jornal Taiobeiras tem uma linguagem popular, transmitindo informação de toda região.
Como poeta, traz em seus versos uma simplicidade e um resgate de memórias. Zazau é um dos grandes nomes da região da poesia popular, e provoca em seus poemas um sentimento de pertencimento e identidade regional. Transmitindo histórias em poesia, a cultura taiobeirense.
No poema Taiobeiras, publicado no seu livro, Simplesmente Zazau (2015), o poeta nos leva ao passado, no sentimento de pertencimento da formação do município, em seus aspectos, sociais, políticos, religiosos e culturais. Um poema rico, e simples, dentro da proposta da poesia popular e da valorização cultural e identitário.

TAIOBEIRAS
Por: Zazau

Taiobeiras eu fico triste
somente em pensar
que um dia eu voltarei
para NUNCA MAIS voltar

Mais comigo vai saudades
o fim dos sonhos meu
vai o brilho da estrelas
deste céu que e só teu

Vai saudades do Tocão
das pedras da usina
da barragem lá de baixo da barragem lá de cima
de igrejinha na beira do asfalto do jardim
da praça da matriz
da rua grande na rua nova das ruas com  chafariz
das belas festas juninas da multidão de fogueiras
fazendo da minha taioba um chão cheio de estrelas

Isaías Costa, Zazau
Vai saudades da festa de maio
das barraquinhas cobertas de pindoba
ai quanta saudade vou levar de você minha taioba

Vai saudades dos jogos de futebol
que mudavam nosso clima
quando se defrontavam  JK,  ATE e Mina
Taiobeiras sei que vou partir mais creia que vou em paz
pois sei que tu Taiobeiras não me esqueceras jamais


20 de mai de 2018

História em Futebol de Botão: Real Madrid, Campeão da Liga dos Campeões 1997/1998

Os Merengues venceram sua sétima Liga dos Campeões em uma grande final contra a Velha Senhora. Um grande final em Amsterdã, com grandes craques que se imortalizaram no futebol. Assim é a história do título que voltou depois de mais de 30 anos para Madrid. 

Real Madrid, Campeão da Liga dos Campeões 1997/1998
O dia 20 de maio de 1998, foi o reencontro após 32 anos do Real Madrid Club de Fútbol com a “orelhuda”. Poderia até dizer que era o reencontro da taça da Liga dos Campeões da Europa com o seu maior conquistador. O Real se consagrou pela sétima vez o maior time da Europa na temporada de 1997/1998.
A conquista dos Merengues veio com muita garra e futebol. Após a classificação em primeiro do grupo D (nesta temporada só o primeiro do grupo classificava, e os dois melhores segundos colocados), de forma heroica e com toda sorte do seu lado, já que na última rodada necessitaria de uma vitória sobre o Porto de Portugal, e ao menos um empate do Rasenborg da Noruega que enfrentava o Olympiacos da Grécia. Isto porque o time norueguês liderava o grupo após uma vitória na penúltima rodada contra o próprio Real Madrid. O time madrileno venceu por 4 a 0 o time do Porto, com gols de Hierro, Suker duas vezes, e Roberto Carlos, e contou com o empate do time norueguês com o time grego, com gol de empate grego aos 44 do segundo tempo.
Após classificação no sufoco, o time espanhol enfrentou o Bayer de Leverkusen. Em um primeiro jogo pegado, o Madrid conseguiu um empate por 1 a 1, gol de Beinlich aos 18 do primeiro tempo, para os alemães, e Karembeu aos 29 minutos do segundo tempo para os espanhóis.  O segundo jogo, o Real teve dificuldade na primeira etapa, mas na segunda dominou o jogo, aos 5 minutos Karembeu marcou o primeiro, aos 12, Morientes ampliou, e aos 45 minutos, Hierro deu números finais, 3 a 0 para o Real Madrid.
E veio a semifinais, e novamente um time alemão pela frente, desta vez o atual campeão da Liga, o Borussia de Dortmund. O Real foi logo mostrando sua força no primeiro jogo, em pleno Santiago Bernabéu, o time madrileno fez aos 25 minutos da etapa inicial com Morientes, e na etapa final aos 22 Karembeu ampliou, placar final Real 2, Borussia 0. O segundo jogo, os Merengues suportaram a preção do Borussia e sua torcida, e terminou de 0 a 0, e encaminhava para mais uma final da Liga dos Campeões da Europa.
Na grande final, o adversário era a toda poderosa Juventus de Turim, que classificou na primeira fase, entre os dois melhores segundos colocados, e passou por Dynamo de Kiev da Ucrânia e Mônaco da França até a grande final. Com um time repletos de estrelas, como: Peruzzi, Davids, Zidane (que nas temporadas depois, se tornaria grande ídolo do Real.), Deschamps, Inzaghi, Del Pierro, e técncio Lippi, o time vinha cheio de moral depois de mostrar seu grande potencial na recuperação da competição.
Real Madrid, Campeão da Liga dos Campeões 1997/1998
Mas do outro lado o time liderado por craques como: Illgner, Hierro, Sanchís, Roberto Carlos, Redondo, Karembeu, Seedorf, Raúl Gonzáles Morientes, Suker, Mijatovic, e o técnico Heyckes, mostrava toda a força dos Merengues.
O estádio era o Arena Amsterdã na Holanda, o dia era 20 de maio de 2018, a Velha Senhora começava ali uma rivalidade em Liga dos Campeões que se estenderia ao longo de outros grandes momentos de decisão contra os Merengues, que desejava voltar o posto do melhor time da Europa. Em um jogo pegado, um dos nomes menos badalados do grande ataque madrileno, Mijantovic, balançou as redes aos 22 minutos da etapa final, dando números finais ao Heptacampeonato da Liga dos Campeões ao time de Madrid.


Segue abaixo os modelos para botão do jogo:
REAL MADRID: 25.Illgner; 17.Penucci, 4.Hierro, 5.Sanchís e 3.Roberto Carlos; 6.Redondo, 22. Karambeu e 10.Seedorf; 15.Morientes, 7.Raúl e 8.Mijatovic. Técnico: Jupp Heyckes.

JUVENTUS. 1.Peruzzi; 3.Torricelli, 4. Montero e 13.Iuliano; 22.Pessoto, 26.Davids, 7.Di Lívio, 21. Zidane e 14.Deschamps; 9.Inzaghi e 10. Del Pierro. Técnico: Marcelo Lippi 

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